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  • Maioria dos utilizadores ignora publicidade no Facebook

    Quatro em cada cinco utilizadores do Facebook nunca adquiriram um produto ou serviço fruto da publicidade ou comentários presentes na rede social. A conclusão é de uma análise levada a cabo pela Reuters/Ipsos junto de 1032 americanos, que faz notar também que há ainda muito a fazer para transformar uma base de 900 milhões de utilizadores em dinheiro, através da publicidade.

    A análise denunciou que 34% dos utilizadores de Facebook inquiridos estão a passar menos tempo naquela plataforma do que há seis meses, enquanto que 20% estão a passar mais tempo.

    Os números aferidos acentuam as preocupações dos investidores face à capacidade de o Facebook gerar retorno financeiro, o que provocou já um decréscimo do valor das acções da rede social em 29%, desde que deu entrada em bolsa, no mês passado. Esta quebra fez com que o valor de mercado da plataforma de Mark Zuckerbeg diminuísse de 104 mil milhões de dólares (cerca de 83,3 mil milhões de euros) para perto de 74 mil milhões (aproximadamente 59,3 mil milhões de euros).

    Os 900 milhões de utilizadores do Facebook colocam a rede social entre as plataformas de internet mais populares, desafiando mesmo players gigantes da internet como a Google e a Yahoo. Ainda assim, nem todos estão convencidos de que a empresa de Zuckerberg tenha descoberto a fórmula que traduz a sua popularidade num negócio que justifique a sua elevada valorização de mercado.

    Num outro ponto, um estudo de Fevereiro da empresa eMarketer apontou que a publicidade feita através de emails é mais eficaz do que aquela que é feita no Facebook. Como relembra o Público, estas preocupações tornaram-se ainda mais notórias quando, no mês passado, a General Motors – a terceira maior investidora publicitária dos EUA – retirou os anúncios da rede social. O grupo, detentor de marcas como Opel e Chevrolet, investiu 10 milhões de dólares (cerca de 7,86 milhões de euros) no ano passado em publicidade no Facebook, de um orçamento global que, segundo o The Wall Street Journal, se cifrava em 1,8 mil milhões de dólares.

    Recorde-se que no primeiro trimestre deste ano o Facebook tornou público que as receitas provenientes de publicidade tinham diminuído 7,5%, atribuindo o decréscimo a “tendências sazonais” .

    Ainda assim, a rede social escusou-se a comentar os dados da investigação da eMarketer. Optou, antes, por destacar os pontos positivos da sua estratégia publicitária, salientando que empresas como a Nutella tiveram um aumento de vendas de 15%. Outro dos exemplos apontados foi o da cadeia de restaurantes Applebee’s, que voltou ao negócio após começar a anunciar na rede social.



  • Carmen arranca no mercado como bomba de criatividade

    A unidade criativa da Young Network cresceu e saiu da “asa” do grupo de comunicação. Dá pelo nome de Carmen a nova agência de publicidade que arranca hoje no mercado, para trabalhar não só a área publicitária mas também a de branding e de design. “Bombshell Creativity” é a assinatura que espelha o posicionamento da agência. Foi a «experiência na área criativa e a exposição internacional» do departamento criativo da Young Network, a par de uma equipa «experiente e todo-o-terreno» que ditaram a autonomização, como explica à Marketeer João Duarte, CEO do grupo.

     

    Sob a direcção criativa de João Peral, a Carmen actuará com uma equipa de 15 pessoas. A direcção executiva está a cargo de Rita Branco e a de arte nas mãos de Milene Candeias e Cristina França. Luís Miranda é o responsável pela área de copy/texto e Rita Rodrigues é comercial sénior.

    A agência começará por trabalhar o mercado angolano, moçambicano e cabo verdiano, além do português, territórios onde a Young Network tem presença física garantida. Na calha está também o desenvolvimento de projectos para o Leste Europeu e para o Brasil, adianta João Duarte.

    A experiência internacional é, aliás, e como reforça o CEO do grupo Young Network, o grande eixo distintivo da Carmen. De facto, mais de metade do negócio da recém-criada agência é já internacional. Três milhões de euros é quanto a agência espera facturar em 2013, sendo que Portugal será, ainda assim, o mercado mais relevante, respondendo por «quase metade do volume de negócios da agência», avança João Duarte.

    A agência inicia actividade com mais de 10 clientes de trabalho contínuo em carteira. Sem avançar nomes, João Duarte informa que assegurados estão já clientes da área da banca, petrolífera, telecomunicações, seguros, turismo e grande consumo.

    Por revelar ficaram também os investimentos alocados à criação da agência, mas o CEO garantiu que, numa fase inicial, a maior fatia caberá à contratação de elementos para a equipa da Carmen. Fora de portas o investimento está já diluído noutros, anteriormente feitos pelo grupo Young Network, ressalva o responsável.

    Texto de Daniela Domingos



  • Cerveja Estrella Damm entra em Portugal com aposta na tradição

    A marca de cerveja catalã Estrella Damm estreou-se no mercado português pela mão da Sumol+Compal, numa parceria que abrange os próximos cinco anos. Na bagagem, a insígnia promete trazer mais de um século de tradição cervejeira e um portefólio diversificado, que serão os seus principais eixos de diferenciação.

    Estrella Damm (cerveja lager), Bock Damm (lager preta), Voll Damm (dobro do malte), Free Damm (sem álcool) e Estrella Damm Inedit (desenvolvida em parceria com Ferran Adrià, chef do restaurante elBulli, e destinada a restaurantes de luxo) são as cinco variedades que completam o portefólio da marca sediada em Barcelona no mercado português. Apenas a cerveja lager será comercializada na distribuição moderna, enquanto o canal Horeca (hotéis, restaurantes e cafés) irá receber toda a gama. O objectivo da marca passa por vender 20 milhões de litros em cinco anos, alcançando uma quota de mercado de 3,5%.

    Nesse sentido, a parceria com o Grupo Damm serve sobretudo para reforçar o portefólio de cervejas da Sumol+Compal - que alienou recentemente a marca de cerveja Tagus ao grupo espanhol - e consolidar a rede de distribuição da empresa no canal Horeca. Até ao momento, a Sumol+Compal já fechou parcerias com cerca de 1600 clientes deste circuito, num universo de 30 mil clientes directos e indirectos que a empresa possui.

    Esta força na distribuição é, pois, o grande trunfo da Sumol+Compal para implementar a marca no mercado nacional. Em termos de comunicação, o principal activo da Estrella Damm, marca fundada em 1876, será a sua própria experiência, num mercado cada vez mais focado nos territórios do futebol e música. «Mais do que uma nova cerveja é um novo conceito, que assenta na tradição cervejeira e no portefólio», garante Luís Marques, director da divisão de Águas e Cervejas da Sumol+Compal.

    «A tradição é um território que não está ocupado em Portugal», sublinha o responsável, acrescentando que o importante é que a marca, que é «a mais antiga da Península Ibérica» neste segmento e ainda mantém a receita original, tenha «uma história para contar». “Tradição Cervejeira” foi mesmo a assinatura escolhida para o mercado português, embora a marca só comece a comunicar a partir do próximo ano.

    Apesar de se assumir como uma marca premium, a Estrella Damm vê os dois grandes players do mercado, Sagres (detida pela Sociedade Central de Cervejas) e Super Bock (Unicer), como os seus concorrentes reais. «Não somos super premium nem mainstream, mas dizer que os concorrentes são Heineken e Carlsberg, com a pouca expressão que eles têm no mercado [português], seria muito limitativo», conclui Luís Marques.

    Texto de Daniel Almeida



  • Disney quer banir publicidade à comida de plástico

    Em nome do combate à obesidade infantil, a Walt Disney anunciou hoje que pretende excluir dos seus programas de televisão, rádio e das suas páginas online todos os anúncios à chamada “junk food” (“comida de plástico”). A empresa pretende adoptar novos padrões de nutrição a partir de 2015, para restringir a colocação de anúncios a comida e bebidas que sejam destinados a menores de 12 anos.

    As novas regras seguirão algumas directrizes como a promoção da fruta e vegetais, a imposição de limites às calorias dos produtos e a diminuição de gordura saturada, sal e açúcar, mas não poderão ser implementadas antes de 2015 devido aos contratos de publicidade em vigor, informa empresa em comunicado citado pela agência Bloomberg.

    Para já, a Disney, que detém estúdios de cinema, parques temáticos, estações de rádio e até a estação televisiva norte-americana ABC, adianta apenas algumas das regras que pretende adoptar. Os cereais anunciados não poderão, por exemplo, ter mais do que 130 calorias ou 10 gramas de açucar por porção individual. E revelou ainda que até ao final do ano, os produtos que correspondam aos padrões da companhia vão passar a apresentar um “selo Mickey”.

    O plano foi hoje anunciado numa conferência realizada em Washington que juntou Bob Iger, presidente executivo da Disney, e Michelle Obama, primeira-dama dos Estados Unidos, que lidera a campanha contra a obesidade infantil “LeT's Move”.

    De acordo com Bob Iger, o novo plano – que alarga as regras definidas pela empresa em 2006 – é «uma vitória para nós [Disney], para as empresas alimentares, e uma grande vitória para as famílias». Apesar de admitir que «muitos» dos produtos actualmente anunciados pelas empresas não são saudáveis para as crianças, o responsável expressou a vontade de «trabalhar com essas companhias para que possam continuar a anunciar nos nossos programas produtos que sejam nutritivos e que cumpram as nossas exigências».

    A Disney «percebeu que o que é bom para as crianças também pode ser bom para o negócio», aplaudiu Michelle Obama. A primeira-dama lamentou ainda que as crianças «sejam constantemente bombardeadas com mensagens sofisticadas», que as atraem para produtos que nem sempres são saudáveis. De acordo com a Bloomberg, estima-se que todos os anos as empresas alimentares gastem cerca de 1,6 mil milhões de dólares (cerca de 1,29 mil milhões de euros) em anúncios para impactar crianças abaixo dos 12 anos de idade.



  • Young & Rubicam e DNA criam para a ModaLisboa

    A campanha de comunicação da 39ª edição da Lisboa Fashion Week será, pela primeira vez, assinada pela agência de publicidade Young & Rubicam (Y&R) e pela DNA - Design New Approach, que pertence à network Y&R Brands, no âmbito de uma parceria firmada com a Associação ModaLisboa.

    A campanha publicitária irá arrancar em imprensa no mês de Agosto, enquanto um spot televisivo irá para o ar em Outubro.

    A próxima edição da ModaLisboa terá lugar no Pátio da Galé entre 11 e 14 de Outubro, e irá apresentar as colecções dos principais criadores da moda nacional para o Verão 2013.



  • Aeroporto de Lisboa tem nova área comercial

    st7_6515Foi inaugurada, na zona restrita de Partidas do Terminal 1 do Aeroporto de Lisboa, a primeira fase da nova área de retalho. Ermenegildo Zegna, Salvatore Ferragamo, Burberry e BeTrend.store (que contempla as marcas Armani Jeans, Guess, Furla, Michael Kors, Mandarina Duck e DKNY) são algumas das marcas que os passageiros poderão encontrar agora naquela área. Também a Lacoste se encontra ali presente, a par da joalharia H. Stern. Para as próximas semanas estão previstas as aberturas das lojas Ralph Lauren e Montblanc.

    Paralelamente, o Aeroporto de Lisboa apresenta agora um conceito de walk-through, sob a sigla Just for Travellers - Duty Free Store. A inspiração para esta disposição partiu de aeroportos como o de Singapura, revela à Marketeer Luís Rodolfo, director de Retalho da ANA Aeroportos, empresa responsável pela gestão exploração e desenvolvimento do Aeroporto de Lisboa. Esta loja reúne ofertas em áreas como perfumaria, cosmética, bebidas, chocolates e toda uma área de artigos regionais portugueses, intitulada Taste Portugal.

    Às marcas Dior, Lancôme, Emporio Armani e Chanel, juntam-se agora nomes como MAC, Kiehl's, Body Shop, Sisley e Armani Cosmetics, que colocam beauty advisors ao dispôr dos passageiros. De destacar a aposta da Just for Travellers - Duty Free Store em novas tecnologias, com o investimento em tablets em diferentes áreas, que procuram cumprir uma função didáctica, com a história dos artigos em causa, a forma como devem ser consumidos, entre outras informações. Na área de perfumaria, por exemplo, estes suportes ajudam o passageiro a escolher o seu perfume, consoante os seus gostos, signos, tipos de aroma.

    A ANA- Aeroportos de Portugal tem vindo a investir na melhoria constante e modernização do Aeroporto de Lisboa, tendo em conta que as receitas das actividades não aeronáuticas, como é o caso do Retalho, contribuem para a manutenção das taxas aeroportuárias e, consequentemente, para a competitividade dos aeroportos nacionais. De referir que o negócio da não aviação representa cerca de 35% do total do negócio aeroportuário.

    As novas áreas comerciais do aeroporto contam com assinatura da Broadway Malyan, empresa internacional de arquitectura, urbanismo e design , a cargo da qual ficou o projecto de arquitectura, design de interiores e retail planning.

    A extensão do negócio de retalho da ANA no Aeroporto de Lisboa não ficará, no entanto, por aqui. Até ao final do ano serão inaugurados cerca de 30 espaços comerciais, podendo a área comercial corresponder, em 2013, a uma dimensão total de nove mil metros quadrados.

    De destacar a inauguração, em data ainda a definir, da Loja Portugal, um espaço de 400m2 onde serão dedicadas áreas ao Artesanato, Design, Moda, Cultura e Sabores nacionais. Pandora, Swarovski, Springfield, Women'Secret, Accessorize, L'Occitane, Starbucks, Porshe Design, Godiva, Neuhaus, Lanidor e Fauchon são outras das aberturas que se encontram na calha.

    Estas renovadas abordagens vêm responder ao indicador "emoção por m2", criado pela ANA Aeroportos, que se traduz na capacidade de envolver, entreter, ensinar e surpreender os consumidores com renovados conceitos/produtos e serviços exclusivos do aeroporto.

    Planos que resultam de uma estratégia com objectivos traçados para 2016, no âmbito do qual a ANA pretende atingir os 75 milhões de euros em receitas de retalho.



  • 40% dos filmes dos EUA usam produtos Apple

    Produtos AppleEm 2011, os produtos da Apple apareceram em 17 dos 40 filmes que arrecadaram o primeiro lugar nas bilheteiras norte-americanas, o que equivale a 42,5% das produções.

    Como destaca o Blue Bus, o resultado rendeu à marca, pelo segundo ano consecutivo, o prémio de "Overall Product Placement", no âmbito dos Brandcameo Awards. Em segundo lugar ex-aequo ficaram a Dell, a Chevrolet e a Ford, que apareceram em 22,5% dos filmes mais vistos. Já em terceiro surgiram a Cadillac, a Coca-Cola e a Mercedes-Benz, com 17,5%.

    De acordo com o mesmo meio, entre 2001 e 2011 a Apple apareceu em mais de 1/3 dos filmes mais vistos nos cinemas do mercado americano. Só em 2012, e ainda que estejamos no início do ano, a marca já apareceu em 50% das produções campeãs de bilheteira.



  • Benefícios da homeopatia na criança | Cura pelo semelhante

    Lisa Joanes | Homeopata e Terapeuta de Desenvolvimento Pessoal

    Neste último século temos vivido baseados na ideia de que sem medicamentos químicos não haveria “saúde”, nem uma grande esperança média de vida, pelo que as nossas crianças têm sido “bombardeadas” com antibióticos, anti-histamínicos, anti-inflamatórios e outros tantos medicamentos “anti”, muitas das vezes desnecessariamente.

    Se espreitarmos os livros de história, verificamos que mesmo nos tempos da Grécia Antiga o homem vivia com saúde até aos 80 anos e sem qualquer destes remédios convencionais. A verdade é que o nosso corpo está preparado para viver com saúde, principalmente quando a palavra de ordem, e que tanto se fala hoje em dia, é a da prevenção. Porém, “prevenir” não é sinónimo de “aliviar sintomas” através do uso recorrente de medicamentos químicos (que em nada previnem nem estimulam as nossas próprias capacidades imunitárias). Prevenir significa antes redefinir caminhos mais saudáveis, escolhas mais naturais, que fortaleçam e equilibrem o nosso sistema imunitário e o dos nossos filhos.

    Felizmente, diria que o panorama da saúde está a mudar, a melhorar, a ganhar uma nova consciência, e os pais de hoje também. São cada vez mais os que procuram a homeopatia, entre outras opções naturais e terapêuticas não convencionais, para dar resposta aos problemas de saúde dos seus filhos, respostas que não assentem num mero “alívio de sintomas”, mas que foquem a saúde no seu todo e fortaleçam as capacidades naturais do corpo. É neste sentido que a homeopatia é, sem dúvida, uma excelente opção. Ao estimular e fortalecer o sistema imunitário das crianças, esta terapêutica contribui para reduzir a frequência com que as crianças adoecem (reduzindo o uso de medicamentos químicos).

    Mas o que é a homeopatia? Como é que ela funciona? Como é que ela pode ajudar numa abordagem à criança?

    A homeopatia é um sistema de medicina com mais de 200 anos, descoberto pelo médico alemão, Samuel Hahnemann. Tem uma filosofia própria e olha para o ser humano como um todo, não apenas como um mero conjunto de partes, órgãos ou sistemas (nós também temos emoções, pensamentos, energia, e todas essas partes devem ser respeitadas quando se procura verdadeiramente trabalhar no sentido da cura). A homeopatia tem igualmente uma maneira distinta de recorrer à medicação, baseando-se no princípio de Similia Similibus Curentur (cura pelo semelhante), pelo que, em vez de usar substâncias que funcionem de modo “anti”, recorre a substâncias naturais que tenham a capacidade de produzir no corpo humano sintomas semelhantes aos que a pessoa experiencia em determinada complicação. Ou seja, induz sintomas artificiais (através do medicamento) semelhantes aos sintomas naturais (experienciados na doença em si) e, exactamente por isso, estimula a resposta imunitária do corpo, levando-o a agir e a readquirir os seus poderes inerentes de autocura. É um pouco como a ideia associada à vacinação, mas neste caso falamos de substâncias naturais, dadas numa dose infinitesimal.

    Assim, qualquer remédio homeopático seleccionado de modo adequado e de acordo com o estado e sintomas da criança, consegue produzir resultados extraordinários, estimulando a imunidade dos nossos pequenos, reduzindo a intensidade dos sintomas e evitando recorrências. Deixem-me dar-vos um exemplo para ser mais fácil de perceber. Por exemplo, a planta Belladonna tem a capacidade de produzir no nosso corpo certos sintomas como face e corpo muito vermelhos, quente no geral, olhos vidrados, pupilas dilatadas, etc. Quando uma pessoa apresenta este quadro sintomatológico, seja numa febre ou noutro quadro inflamatório, o remédio Belladonna poderá ser o mais indicado pois, precisamente por produzir um estado e sintomas semelhantes, estimulará o nosso sistema imunológico a detectar e a reagir a esses sintomas. De igual modo, tantas outras substâncias (sejam plantas, minerais, animais, etc.) são convertidas em substâncias medicamentosas capazes de curar com excelentes resultados, através deste estímulo imunitário que produzem.

    Pode a homeopatia ajudar em situações agudas?

    A homeopatia pode ser (e é) usada em quadros agudos ou mesmo de SOS, com muita eficácia, como em casos de febres, amigdalites, otites, vómitos, diarreias, mesmo varicela, entre outros. Por exemplo, eu própria enquanto mãe vi otites, em dois dos meus filhos, serem solucionadas em minutos apenas com umas “bolinhas” de Belladonna, sendo que na manhã seguinte nem havia um rasto de dor. Enquanto homeopata, também assisti a febres de crianças, que acompanhei voluntariamente na Índia, melhoraram literalmente da noite para o dia, com uns simples grânulos homeopáticos e descanso.

    Infelizmente, estes quadros de situações agudas ainda deixam muitos pais num excesso de preocupação ou ansiedade e, na verdade, são precisamente estes pais que acabam por “medicar” os seus próprios filhos. No entanto, note-se que estas falsas e aparentes “curas” momentâneas não só impedem que o sistema imunitário dos nossos filhos encontre um mecanismo próprio para se autodesenvolver de forma normal e natural, como contribuem para afectar outras partes dos seus organismos!

    E em casos crónicos, de que forma pode a homeopatia ajudar a criança?

    Eu diria que é precisamente nas doenças crónicas que a homeopatia revela ainda maior evidência, tanto em crianças como em adultos. É sabido que a medicina convencional não oferece cura para estas condições e que a criança acaba por ficar envolvida numa dependência medicamentosa, tendo de recorrer diária ou frequentemente a certa medicação para controlar ou aliviar os seus sintomas. Tal não só se torna pesado financeiramente como também fisicamente (enfraquecendo o seu jovem sistema imunitário e estabelecendo efeitos e complicações laterais no seu corpo pequenino). A homeopatia, no entanto, apresenta excelentes resultados clínicos em tantas doenças crónicas: alergias, bronquite asmática, asma, eczema, otites recorrentes, entre tantas outras. Deixem-me dar-vos o exemplo da Maria, uma criança com episódios recorrentes de otite, que recebi em consulta quando ela tinha seis anos. Ela já vinha com operação marcada, mas após breves meses de medicação homeopática, em que a Maria apenas apresentou um episódio de otite, a médica cancelou a intervenção.

    Há que compreender que de nada resolve aliviar os sintomas com medicamentos químicos se, na verdade, o problema crónico permanece, e outros secundários tornam-se uma possibilidade. Além do mais, habituamos os nossos filhos a conviverem com estas medicações e sintomas como se fossem algo “normal”, mas não é, e pode ser corrigido. Olhemos por exemplo para a alergia, uma das doenças crónicas que mais afectam as crianças, muitas vezes desde os primeiros meses de vida. Várias são as doenças alérgicas, desde dermatites atópicas, eczemas, bronquite asmática, asma, alergia a certas substâncias ou alimentos, etc. O foco da medicação convencional tem andado no alívio dos sintomas, através do uso de anti-histamínicos, no entanto, o verdadeiro problema verifica-se no sistema imunitário da criança alérgica. Este sistema, após determinada desregulação, passou a ser hipersensível a determinadas substâncias (como o pó, o pólen, o leite, etc.) e, agora, em vez de responder de modo adequado a essas substâncias (chamadas de alérgenos), passa a reagir de um modo exacerbado e descontrolado, libertando um excesso de histamina e originando uma série de sintomas. Porém, estes alérgenos, apesar de despoletarem uma crise alérgica em alguns, são, na verdade, substâncias inofensivas para a maioria das pessoas, cujo sistema imunitário funciona correctamente. Na homeopatia, não só visamos cobrir o caso com um medicamento que possa atenuar os sintomas, mas, acima de tudo, o foco consiste em corrigir a causa que levou à desregulação deste sistema imunitário, reparando-o deste modo (muitas vezes a origem está associada a situações emocionais).

    Homeopatia versus emoção e comportamento

    Mas a homeopatia não é somente benéfica para complicações físicas, agudas ou crónicas, ou para evitar que a criança recorra constantemente a antibióticos ou fármacos químicos. Esta medicina é igualmente incrível no que toca a condições emocionais e de comportamento, ansiedade, medos, hiperactividade e depressões, ajudando a criança a ultrapassar as suas questões e a encontrar uma nova compreensão, atitude e energia dentro de si. A consulta é sempre profunda e tem a duração de cerca de uma hora e meia de modo a permitir uma boa anamnese, pois cada criança é única, diferente das outras, com a sua própria maneira de ser, de sentir, de experienciar a vida. Tem a sua própria natureza, as suas próprias sensações e percepções do mundo, tem os seus medos, necessidades, gostos, interesses, vontades, brincadeiras, sonhos, preferências, as suas peculiaridades, a sua energia. Tudo isto revela-se importante para compreender o seu mecanismo de reacção e comportamento. Por isso, este todo deve ser respeitado, seleccionando depois o medicamento que mais se assemelhe, aquele que é o mais semelhante possível aos sintomas e sensações que a criança expressa. Além disso, quando a consulta em si oferece tal tempo e espaço, o paciente ganha a oportunidade de se conhecer melhor, de compreender o fundo das suas questões, de ganhar uma nova consciência, uma nova energia e atitude para passar a fazer algo diferente por si, que ainda não tinha sentido antes, não assim! Claro que há traços que ficam, que são da criança (e que se devem respeitar), mas há tantos outros que se alteraram. O mais bonito para mim é poder registar essas diferenças de comportamento e de postura face à vida: que a criança acalmou, que está mais capacitada para focar e que está a ir bem na escola, que está mais consciente, matura e se preocupa mais com a sua própria saúde e alimentação, etc. Tudo isto muitas vezes em questão de três a seis meses e sem recorrer uma única vez a qualquer medicamento convencional.

    Artigo publicado na revista Kids Marketeer nº3 de Março de 2018.



  • Collectiva: promover a joalharia portuguesa no feminino

    collectiva

    Oito designers portuguesas juntaram-se para criar a Collectiva, uma plataforma independente que tem como objectivo promover a joalharia portuguesa de autor no feminino, dentro e fora de portas.

    Texto de Daniel Almeida

    Uma plataforma independente que pretende divulgar o que de melhor são capazes de fazer as joalheiras portuguesas. A Collectiva é isso mesmo: um colectivo de mulheres, com pronúncia do Norte, que se juntou para promover a joalharia de autor no feminino e mostrar a vitalidade do mercado. Criada há cerca de um ano, no Porto, a Collectiva reúne o trabalho de oito autoras: Ana Bragança, Ana João, Joana Santos, Lia Gonçalves, Sara Courinho, Marta Pinto Ribeiro, Susana Teixeira e TelmaDA.

    Para ler o artigo na íntegra consulte a edição de Outubro de 2018 da revista Marketeer.



  • Qual o papel da Super Bock no Super Bock em Stock?

    Super Bock em Stock copos 2018

    O Super Bock em Stock volta a Lisboa já na próxima sexta-feira, dia 23. Este ano, conta de novo com a Super Bock, que passa, uma vez mais, a dar nome ao festival - recorde-se que, nos últimos anos, a Vodafone ocupava este posto. Maria Estarreja, directora de Patrocínios, Águas, Sidras e Outras Categorias do Super Bock Group, explica à Marketeer que o regresso do Super Bock em Stock «representa um retornar às origens, exactamente 10 anos depois da primeira edição», reforçando a identidade da marca de cerveja enquanto «um dos principais impulsionadores da música em Portugal». Segundo a responsável, este território «é um dos mais fortes no posicionamento e actuação da Super Bock».

    Relativamente ao Super Bock em Stock em concreto, Maria Estarreja afirma que a Super Bock foi pioneira na introdução do conceito de festival fora da "época alta" em Portugal, tendo ocupado vários espaços emblemáticos em torno da Avenida da Liberdade. Apesar de ter estado afastada durante alguns anos do papel de naming sponsor, nunca abandonou por completo a sua criação: «Mantivemos em todas as edições a presença enquanto cerveja oficial, um apoio que agora sai revigorado.» Voltar a dar nome ao festival permite «continuar a cumprir a premissa de estar perto do público, a proporcionar os melhores momentos e experiências verdadeiramente memoráveis», ao mesmo tempo que abrem caminho para novos talentos. Além de apostar em grandes nomes da música, o Super Bock em Stock também dá palco a artistas em ascensão. «Esse é também o papel deste festival, mais virado para a música alternativa, género muito aplaudido pelo público e cuja mistura de vários estilos musicais permite, a quem escolhe ir ao festival, conhecer projectos musicais emergentes», conta Maria Estarreja.

    Em relação à primeira edição, a directora de Patrocínios da Super Bock acredita que pouco mudou. O formato é o mesmo, «algo que o público muito valoriza», verificando-se apenas alterações na dimensão: em 2008, eram cinco as salas que acolhiam espectáculos; hoje, o número mais do que duplicou. «Naturalmente que, com o aumento das salas, há também a ampliação a mais artistas no panorama musical que actuam no festival e isso é muito positivo porque desta forma conseguimos chegar a mais pessoas!»

    No evento, os festivaleiros podem contar com cerveja Super Bock nos vários bares, desde a Originial às gamas Coruja e Selecção 1927. Tal como acontece nos festivais de Verão, a marca vai disponibilizar copos reutilizáveis, que são tanto uma forma de garantir a sustentabilidade do evento como uma recordação para quem quiser levar para casa um pedaço do Super Bock em Stock.

    «Esta é uma preocupação contínua da Super Bock, desde a introdução dos copos reutilizáveis nos festivais de música (em 2016), nas Festas de Lisboa (em 2017) e nas Queimas das Fitas (em 2018). São eventos com presença das nossas marcas e onde estes copos “amigos do ambiente” são disponibilizados para as várias bebidas do grupo. É um gesto simples com claros benefícios ambientais e económicos e que o consumidor aprecia», sublinha Maria Estarreja.

    Além disso - e de dar nome -, a marca vai estar presente através de uma estrutura com cerca de três metros, localizada na Praça dos Restauradores. A ideia é que todas as pessoas possam tirar fotografias, guardá-las ou partilhá-las nas redes sociais.

    Destaque também para a aplicação móvel do Super Bock em Stock, através da qual é possível obter informações sobre o festival, desde horários ao cartaz e lotação de cada espaço. Desta forma, é possível perceber se vale ou não a pena partir em direcção a determinada sala, consoante a capacidade do espaço. «Enquanto naming sponsor, vamos estar presentes no Super Bock em Stock de forma a proporcionar momentos memoráveis aos consumidores», resume Maria Estarreja.

    Texto de Filipa Almeida



  • Serralves impulsiona design nas PMEs

    inovdesign 2018

    A Fundação de Serralves está a lançar um programa de fomento do design nas Pequenas e Médias Empresas (PMEs), que inclui várias iniciativas, nomeadamente prémios, concursos, workshops, roadshows e seminários sobre o tema. Designado Inovdesign - Qualificação, Inovação e Competitividade by Design, o programa dirige-se aos negócios da região Norte de Portugal.

    O objectivo, segundo explica a Fundação de Serralves, é mostrar às empresas a importância que o design pode ter na economia, bem como o valor que acrescenta ao ser aproveitado nas cadeias de produção. "Factores de diferenciação imateriais como o marketing, as marcas e os modelos de negócios inovadores serão também campos de reflexão do projecto Inovdesign", segundo aponta a fundação.

    As actividades que compõem o programa terão lugar durante o próximo mês de Dezembro e o primeiro trimestre de 2019. Destaque para os workshops, marcados para os dias 12, 13, 17 e 18 de Dezembro, e para o seminário internacional que está a ser preparado para 19 do mesmo mês.

    Para as PMEs que quiserem arregaçar as mangas, o Inovdesing conta com um concurso que visa seleccionar um conjunto de até 10 empresas interessadas em desenvolver projectos-piloto, sendo que as candidaturas estão abertas até 10 de Dezembro. Os negócios escolhidos serão acompanhados durante três meses, período ao fim do qual serão determinados os três grandes vencedores. O primeiro classificado receberá 3 mil euros, o segundo 1500 euros e o terceiro mil euros.



  • Qual é o impacto da tecnologia no retalho?

    shoes loja sapatos 1

    Perceber de que forma as novas tecnologias estão a mudar a experiência do cliente no retalho é o objectivo do 8.º InRetail Congress, cujo mote é "Walking Tech". O evento vai reunir especialistas do sector para discutir os desafios decorrentes das alterações à experiência do cliente, já na próxima quinta-feira, dia 22, no Lagoas Park Hotel.

    Carolina Marçalo (App Store Foundation), Tiago Loureiro (VR/AR Association), Luís Martins (autor do livro "Realidade Aumentada") e Leonild Kholkine (Data Science Portugal) são alguns dos nomes confirmados no congresso. A lista de oradores conta também com Marta Teotónio Pereira (Nielsen), Elena Aldana (Mercadona), Ricardo Monteiro (Mercadão), Gonçalo Henriques (Heel Tread), Inês Salgado (Nestlé), Pedro Campos (Shoppertrak) e Malcolm Hayllet (Ikea Portugal), entre outros.

    Organizado pela IFE by Abilways, o evento tem como objectivo último responder a duas perguntas: O que ficará depois da mudança?; Um futuro distópico ou um novo retalho, personalizado e adaptada ao gosto e necessidades do consumidor?



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